O processo de Recodificação – Reconexão e Ativação do DNA - NÍVEL 1
Nível Um: Libertando a Raiva
Todos nós começamos a recodificação com o nível Um.
Este nível envolve a libertação da velha raiva que você armazenou em seu corpo. A raiva na verdade causará muita dor física e mágoa e é o principal obstáculo para a recodificação, que pretende levar seu corpo de uma relação medo/raiva para uma relação amor/compaixão.
De certo modo essa dor ajuda muito na descoberta e entendimento de como você armazenou a raiva que tanto o está afetando física e emocionalmente. Os pontos de dor (raiva armazenada) em seu corpo parecem receber alfinetadas.
Por exemplo, se você tiver dor abdominal, ali é onde um bloco de raiva está sendo armazenado. É sabido que a raiva é armazenada no fígado, mas também pode estar em outro lugar no corpo.
Neste nível é recomendado libertar camadas de raiva e preparar o corpo para a recodificação.
O Conselho e Joysia são inflexíveis sobre a necessidade de libertar a raiva e limpar o corpo de toda a densidade possível, antes que as remoções de implantes comecem.
Eles me falam que a emoção mais densa é a raiva e por isso eles insistem em trabalha-la em primeiro lugar, não só no corpo físico como também no emocional.
Eles esclarecem que o trabalho com o corpo emocional é o mais crítico, visto que tudo que acontece lá é manifestado no corpo físico. Em outras palavras, de nada adiantará “limpar a raiva” fisicalizada se você não limpar o corpo emocional, pois ela voltará. Por isso é que é tão importante que as pessoas se libertem da raiva. Isto pode ser feito de qualquer maneira, através de um telefonema, pessoalmente ou contactando o Eu Superior da pessoa envolvida. Use a 13A. Fórmula Dimensional para completar este processo.
O benefício da limpeza da sua raiva provocará uma elevação de sua freqüência vibracional, especialmente pelo uso da 13A. Fórmula.
Minha Experiência no Nível Um:
Quando eu comecei este nível, em fins de janeiro 1996, eu não sabia que era o nível Um. Na realidade, eu não comecei a chamada recodificação até o primeiro de março, quando usei o termo recodificação em meu registro diário. Eu me lembro do grande desejo que sentia de ficar em paz com todo mundo do meu passado e do meu presente.
Um dia eu estava sentada no escritório durante o almoço, e comecei a fazer para uma lista de pessoas de quem eu estava com raiva.
Comecei com os pais de Joscelyn. Chamei sua mãe e lhe disse o quanto eu a amava e que sentia muito pelos anos em que a tinha culpado pelos meus problemas. Nós mantínhamos uma ligação de “liga/desliga” desde minha experiência de walk-in. Eu fazia terapia e estava tentando conseguir validar meus sentimentos relativos ao abuso emocional e psicológico da minha (Joscelyn) infância.
Eu percebi finalmente que ela poderia não ter registrado isso como eu registrei. Ela não entendia o que eram padrões de relação, pois ela também havia crescido sob os mesmos padrões e para ela tudo aquilo era normal. Eu lhe falei sobre isso e percebi, então, que ela tinha feito o melhor que ela sabia e podia, na ocasião. Desnecessário dizer que não houve nenhuma resposta do outro lado da linha. Eu pensei talvez ela tivesse desfalecido, até que ela finalmente respondeu, e assim eu soube que ela não havia ficado ressentida e nós falamos honestamente por mais um tempo.
Quando eu desliguei o telefone senti que o peso de muitos anos caia de meus ombros. Com a mesma coragem liguei para meu ex-marido Chris, e me desculpei pela minha rudeza na última vez que nós tínhamos conversado. Ele respondeu de um modo compreensivo e também se desculpou pelo seu comportamento. Assim, estávamos ambos abatidos, e sabendo que tínhamos muito que caminhar.
Quando terminei o que tinha a dizer eu gostei do fato de não ter tentado defender minhas ações ou dar desculpas para meu comportamento. Ao invés disso eu me desculpei, e pronto. Eu entendi que não estava preocupada com o “estar certa ou não”, mas sim com a questão da minha liberação e paz.
Após chamar mais duas pessoas da minha lista, eu comecei outra. Eu estava sendo masoquista ou o quê? Parecia que eu estava sob um rolo compressor, mas quando terminei, entendi. Não havia mais ninguém de quem me libertar. Eu me sentia iluminada.
Durante este tempo meu fígado também passou por uma limpeza e eu recuperei uma energia incrível. Eu me sentia energizada, pois quase cheguei a não parar em pé. Era como que camadas e mais camadas muito pesadas estivesse sendo descascadas e jogadas fora.
Eu também tive numerosas lembranças de vidas passadas durante este tempo que tratei dos assuntos da raiva. Elas também foram libertadas do meu fígado.
Eu comecei a ter sonhos recorrentes que me deixavam com raiva. Parecia que eu diariamente estava com raiva. Foi um tempo realmente estranho. Agora eu sei como se sentem as pessoas que carregam montanhas de raiva dentro de si. E outras pessoas que sofrem com isso é porque entram no campo energético daquelas pessoas.
Eu precisava libertar aquela droga toda, mas assim que eu libertava um bloco daquilo, outro aparecia. Eu estava liberando não só a minha raiva armazenada nos últimos três anos, mas a raiva de Joscelyn também. E não só era desta vida, mas de vidas passadas também. Isto explica o aumento das recordações de vidas passadas durante esta fase.
Eu notei que eu atraia as pessoas em minha vida, com as quais tinha esses sentimentos. Elas normalmente apareceram depois que eu as libertei. A coisa mais maravilhosa que aconteceu comigo foi que eu não resisti a trabalhar os velhos sentimentos de raiva, como normalmente eu fazia. Eu vim a perceber isto depois, o que veio a confirmar que realmente eu havia conseguido a libertação da raiva que eu sentia.
E uma outra coisa: não só eu deixei de ter raiva dessas pessoas, como também passei a ter compaixão por elas. Isso foi uma coisa surpreendente! Eu me vi gostando mais de mim. Foi o começo do meu amor.
NÍVEL 2
Nível Dois: Administrando a raiva.
O Nível Dois envolve a aprendizagem sobre como administrar a raiva e não como armazena-la. Neste nível você aprende rapidamente a confrontá-la com compaixão.
Este nível é desafiante para quase todo o mundo. Foi para mim.
Neste nível, a dor se torna o impulso para o confronto, pois a raiva vai afetar o seu corpo se você não esclarecer esta questão.
Se a todo o momento nos enfurecemos e não libertamos isso vamos armazenando isto em nossos corpos. Eu posso afirmar que a dor pode ser bastante severa e pode arruinar totalmente o seu dia, portanto confronte depressa sempre que você tem problemas com alguém.
Lembre: raiva é veneno emocional, é tóxico aos corpos emocionais e físicos.
E você registra isso como dor. Uma vez que você tenha esclarecido o assunto pode ser que precise de uma massagem ou um tratamento energético para aquecer a área onde você sentia a dor. Isto removerá qualquer resíduo e manterá sua energia fluindo suavemente.
Durante este período você pode achar que está “puxando” as pessoas em suas vidas que o desafiarão em muitas formas. Mas, acredite, isso é uma oportunidade disfarçada, que vai lhe dar numerosas chances para praticar a confrontação efetiva. E este nível não será considerado completo até que você prove a você mesmo e a seus Guias, que se tornou, pelo menos, proficiente nesta área.
Você pode ir para outros níveis, mas continuará trabalhando este aqui até que fique confortável com esta questão. Apenas lembre: é para seu próprio bem.
Toda vez você passa por uma confrontação, é para seu próprio bem. Eu tive que continuar lidando com isso!
Minha Experiência no nível Dois:
Este foi um nível de tensão para mim, do começo de março ao fim do mês. Eu suponho que os Guias pensaram que eu precisava praticar o confronto com os outros. Eu adquiri minha melhor oportunidade com minha amiga Bobbie, a respeito dos passos que eu tinha fixado para minha evolução espiritual.
Como eu disse na primeira parte do livro, Bobbie não entendeu o que estava acontecendo comigo e escolheu tentar “me segurar” até que isso fizesse sentido para ela. Eu acredito que a intenção dela foi me ajudar, como sempre ela havia feito, mas naquele momento ela não pode.
Ela tinha medo que meu corpo não resistisse. Eu me sentia um pouco constrangida sobre o pensamento de reduzir a velocidade e fiquei impaciente e brava com ela. Claro que, eu não tinha a mínima idéia para onde aquela experiência me levaria, mas isso não importava - eu sabia que estava sendo orientada pelos meus Guias. Mas para Bobbie isso não provocou o mesmo conforto.
Assim, eu marquei uma hora para conversarmos amigavelmente. Nós falamos e ela expôs as preocupações dela. Eu expliquei a ela que não havia qualquer necessidade de eu reduzir a velocidade e que estava levando a cabo um compromisso que havia assumido há muito tempo, embora não pudesse me lembrar claramente disso. Eu validei os sentimentos dela e sinceramente lhe agradeci o seu amor e preocupação. Eu também concordei em cuidar mais do meu corpo. Até que eu a confrontei eu estava em dor, uma dor que aumentava cada vez que eu pensava sobre o problema.
Só Deus sabe o que poderia ter-me acontecido se eu tivesse que esperar mais uma semana ou mais! No fim, nós esclarecemos nossos pontos de vista e restabelecemos nossa amizade.
Olhando para trás eu vejo/aprendi que as confrontações são melhor realizadas pessoalmente, do que por telefone ou carta. Isso nos dá uma sensação maior de libertação.
Tive uma outra confrontação que fiz por telefone. Quando desliguei o telefone, senti que poderia ter feito melhor.
Acho que quando eu conseguir confrontar pessoalmente, a minha capacidade de compaixão será maior e isso é a outra lição do Nível Dois: você não só tem que confrontar rapidamente como precisa fazê-lo com compaixão. A raiva só mantém o ciclo e nada realmente termina bem, como poderia.
Assim, urge que se faça confrontações pessoalmente e com compaixão. Quando eu confrontei Bobbie corretamente, minha curta estada no Nível Dois estava completa. Os Guias obviamente perceberam que eu tinha aprendido esta lição e estava me movendo para o Nível Três. Claro que naquela ocasião eu também ainda nada sabia do Nível Três.